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18 de mai. de 2012

Série: The Finder

Essa série é um spin-off de Bones, ou seja, a primeira vez que Walter Sherman apareceu foi um episódio da 6ª temporada de Bones.
Parece que as pessoas curtiram, e a Fox resolver produzir a série. Mas depois de apenas 13 episódios eles já cancelaram. Está acontecendo um abaixo assinado para Fox "descancelar" a série. Então se você já é fã ou simplesmente é meu amigo, assine por favor: http://www.thepetitionsite.com/406/663/146/save-the-finder-on-fox/ - falta pouco, mas não sei até que ponto isso de fato vai fazer a série voltar... achei 4000 assinaturas muito pouco...
Enfim, falando da série, ela tem como principal o Walter Sherman, um cara que precisa de encontrar sempre o que está procurando. E ele desenvolveu a capacidade de encontrar coisas que praticamente ninguém encontraria. Ele é a pessoa que você procura quando está tentando encontrar a "agulha no palheiro". A história do personagem inclui ser um ex-militar, que sofreu um acidente em uma das incursões e foi depois desse acidente que ele ficou com essa "mania de achar". Nessa história de militar que sua vida cruza a do Booth (de Bones) - eles serviram junto. Ele é um personagem extremamente carismático, que vive repetindo que as pessoas nem sempre sabem o que estavam procurando de verdade, por trás do pedido. E nos episódios, ele sempre vai encontrar as coisas mais estranhas, como a reputação de alguém, o resto de uma conversa ou coisas assim...
Mas além dele temos a graciosa Willa, uma cigana que está em liberdade condicional, e que o Leo (Michael Clarke Duncan) aceita para "criar" e tentar ensinar o que é bom e ruim - afinal na vida cigana dela, a família a ensinou a roubar. Com certeza minha personagem preferida.
Outra personagem bem interessante é justamente o Leo. Um advogado, melhor amigo do Walter, que cuida dele. Era um grande advogado de terno e gravata, mas mudou bastante após sua mulher e filha (que teria a mesma idade da Willa) morreram em um assalto.
Para completar o quarteto, temos a Isabel - que é a policial que tira o Walter das enrascadas, ajuda quando precisa de uma arma e um distintivo, e ainda é romanticamente envolvida com ele. É alguém que eu gosto também, apesar de achar que não explorada direito pelos roteiristas.
Enfim, acho que essa série merecia um bom roteirista para arrumá-la e aproveitar melhor os atores e a história, que é ótima. A ideia é bem diferente daquela que estamos acostumados a ver e os "casos" que ele resolve são bem mais divertidos.
Gostaria bastante que voltasse a grade, mas é esperar e ver se esse abaixo assinado realmente vai valer.
Não esquece de ir rapidinho no site http://www.thepetitionsite.com/406/663/146/save-the-finder-on-fox/ e assinar a petição! :)

16 de mai. de 2012

Série: Vampire Diaries

E aconteceu no final da terceira temporada o que acontece no final do 2º livro. Como disse uma amiga que ama os livros mas não curte a série: "Finalmente" !

Essa série saiu na época que vampiros estavam em alta por causa de Crepúsculo. Foi uma forma de tentar trazer a onda para a televisão. E por isso eles fizeram algumas concessões. Qualquer pessoa que já pegou o 1º livro, sabe que a Elena seria loira, cheia de si, com certeza do que quer da vida. Enfim, uma pessoa muito mais a Katerine da série. E nos livros, a Katerine seria muito mais Elena...
Inverteram isso, e eu acredito seriamente que foi pra fazer a Elena mais parecida com a Bela de Crepúsculo.  Só observar um pouquinho, e você verá que a Nina Dobrev (atriz que faz a Elena/Katerine na série) faria uma Bela muito mais interessante que a atual...
Por isso, no começo da série fiquei meio de pé atrás... Mas rapidinho a história dos 2 irmãos Salvatore me conquistou. Tem algumas coisas meia estranhas, alguns episódios não muito bons... mas na média, é uma série muito interessante. E eles sabem fazer final de temporada... Sempre deixam um gacho muito bom... E no final dessa 3ª não podia ser diferente...
Enfim, gosto muito da série televisiva, porém nos livros nunca consegui passar do 2º... achei meio chato... Pode ter sido mal traduzido, mas o fato é que não vou comprar o resto. Se conseguisse emprestado, acho que leria sem problemas...
Voltando a TV, Nina Dobrev parece ser uma pessoa muito simpática, mas quem me ganha mesmo é o Ian Somerhalder, que é lindo e simpático. E o personagem - Damon - cheio de malícia. Um cara sem moral, mas que no final larga tudo para salvar seu irmão. Tanto não tem moral, que respeita a Elena como ninguém jamais respeitou. Quando esperamos que ele vá simplesmente matar alguém, ele o salva. E quando achamos que ele vai salvar, ele mata. Os ataques de fúria, e de bondade - tudo controlado. Ele me encanta e surpreende. Mas a Helena jamais vai ficar com ele... Afinal, ela é obcecada pelo Stefan...
Que diga-se de passagem, nesse último episódio percebemos que isso só é verdadeiro por causa de uma "compulsion" do Damon. Ele falou que ela teria tudo o que queria, um amor com aventura e tudo, e a próxima pessoa que apareceu na vida dela foi o Stefan.
Agora, que toda a "compulsion" será eliminada, vamos ver o que restará.
Estou ansiosa pela próxima temporada.

13 de mai. de 2012

Série: Psych

Já faz um tempinho que assisti ao último episódio da 6ª temporada, mas confesso que essa série não é das favoritas, ou seja, não é daquelas que tenho que assistir no dia que sai o episódio no EUA e tudo.
Mas é uma série que tenho muito carinho por ela. É divertida, fofa e os atores parecem ser muito simpáticos e unidos. Os erros de gravação no final de cada episódio vale quase tanto quanto o episódio em si.
Mas falando da história, temos o Shaw, um gênio, filho de um ex-policial, que nunca quis nada com a vida. Treinado desde pequeno pelo pai, aprendeu a observar tudo a sua volta e essa capacidade de observação acaba fazendo dele um "médium". Logo no primeiro episódio, ele liga para a polícia e resolve um caso que apenas viu pela televisão. Os policiais começam a achar que ele é o parceiro, e para se livrar da acusação, ele diz ser médium (psych - em inglês) - porque falar que descobriu a resposta observando detalhes que os policiais deixaram passar ficaria meio feio...
É assim que surge a agência de investigação "Psych", onde Shaw e seu fiel escudeiro Gus (que fazem um dupla muito divertida de assistir) fazem as investigações e ajudam a polícia a resolver os casos mais estranhos. Até um dinossauro já foi o assassino de um episódio...
Todos os episódios da série existe muitas referencia a filmes que não necessariamente já assisti ou reconheço com o nome em inglês, assim sei que perco algumas das piadas da série, mas mesmo assim ainda é bem divertidada.
Os outros personagens, como a Juliet, o Lassiter e o Henry (pai do Shaw) também dão um toque a mais.
É uma série divertida, passatempo para aquelas tardes sem nada para fazer que você está com vontade de rir.
Essa é a música de abertura da série. Para quem acompanha, verá que eles brincam muito com ela ao longo das temporadas. Tem versão couboy, versão romantica... várias versões diferentes...


30 de abr. de 2012

Filme: Pollock

Já tinha ouvido falar desse filme e desse artista em outras matérias da faculdade, mas até a minha busca pela minha identidade visual não tive paciência para assistir o filme.
Para começa a falar do filme, primeiro temos que falar um pouco de quem foi Jackson Pollock. Era um artista plástico americano, que viveu no começo do séc. XX. Morreu em 1956. Ficou famoso por sua arte abstrata e principalmente pela nova técnica de pintura que desenvolveu em que não usava pincéis. Ele colocava a tela no chão e ia com o balde de tinta e um bastão jogando a tinta no quadro. Muitos podem pensar que as pinturas saíam completamente aleatórias, mas eu não consigo fazer isso desse jeito... em algum momento iria derrubar o balde em cima da tela e estragar tudo. São quadros para se sentir, não entender. 
Com essa técnica ele ganhou uma capa na revista Life.

E é com essa capa da revista que começa o filme. 
Mostrando o Pollock no auge de sua carreira, com pessoas pedindo autógrafos e etc. 
A cena seguinte já é o contraste - como Jackson era um cara atormentado, adulto morando com o irmão e a mulher - que estava grávida - em um apartamento em NY. Antes da fama, ele tinha sérios problemas financeiros, como voltou a ter mais para o final da vida. Além disso, no filme ele é reportado como doido. Algumas vezes simplesmente saía vagando pela cidade, morava como mendigo, assustava as pessoas, ficava dias sem tomar banho. Depois era encontrado pelo irmão e levado de volta para casa. Nessa primeira fase sua arte já era abstrata e diferente, mas ainda não tinha desenvolvido a técnica. Confesso que gosto muito dessa arte da primeira fase dele. E é com essa arte que ele conhece a mulher, também pintora e "empresária" Lee Krasner que viria a ser sua esposa.
O ator Ed Harris que representa o artista no filme. E honestamente está fantástico.
É um artista que vale a pena conhecer um pouco sua arte, e além disso, o filme está muito bem construído e é uma boa maneira de aumentar o conhecimento sobre o meio artístico.
quadro da primeira fase do artista.
Vale a pena conferir!

16 de abr. de 2012

Série: Alcatraz

É uma série que, assim que foi lançada, fez bastante barulho na internet, e por isso resolvi ver, mesmo não sendo meu tipo favorito. E tenho que confessar que cada episódio que assitia, tinha mais vontade de continuar vendo, e descobrir o mistério da ilha...
A história se passa em São Francisco - Califórnia onde havia uma prisão chamada Alcatraz. Hoje em dia, a ilha onde ficava localizada a prisão é um ponto turístico da cidade.
Mas voltando a série, há uma lenda que diz que os presos que seriam transferidos de lá quando a prisão foi fechada na realidade despareceram, e agora, em 2012, estão voltando e obviamente cometendo os mesmos crimes que cometeram no passado. Detalhe que eles voltam com a mesma idade que tinham quando desapareceram em 1964, e não lembram o que aconteceu com eles durante esse tempo.
Confesso que ainda tenho medo deles tentarem aumentar muito o mistério e se perderem. Gosto de suspenses que tenham uma explicação lógica no final. Se é para ter uma explicação sobrenatural, então avise que o sobrenatural existe desde o começo da história.
Alcatraz acabou a primeira temporada recentemente, com 13 episódios muito bem construídos e conectados. Teorias semi-científicas já foram lançadas para explicar a salto no tempo feito pelos personagens. Espero que eles escolham uma até o final.
É uma série que tem tudo para ter começo, meio e fim, mas a audiência nos EUA foi diminuindo ao longo da temporada. Espero que eles consigam reverter isso e mantenham Alcatraz no ar. É uma série que vale a pena, mesmo que você não seja muito fã de ficção científica.

8 de abr. de 2012

Livro: Não sou esse tipo de garota

Se eu tivesse 15 anos com certeza esse livro seria um dos meus favoritos. Seria daqueles livros que eu indicaria pra todas as minhas amigas... e passaria de mão em mão como foi o "Clube do Beijo"...
O livro é simples, em muitos sentidos inocente, rápido de ler...
Conta a história de uma garota chama Natalie (pelo menos um nome comum) que é basicamente a "nerd" do colégio. Além disso só tem uma amiga - que obviamente é a melhor amiga...
Ela já está no último ano, prestes a se formar, e querendo fazer história no colégio - assim, se candidata a presidente do conselho estudantil. Sua vida acadêmica é relativamente chata. É uma boa aluna, estudiosa, que quer entrar na faculdade e pensa sempre adiante.
Mas ai para complicar a vida, entra na história a Spencer - uma menina ainda no primeiro ano que a Natalie costumava ser babá - e essa criança de 14 anos já sabe mais sobre sexualidade que a protagonista uma vez que esta tem horror a meninos e a distração que estes representam.
Spencer começa a colocar idéias na cabeça de Natalie, falando para ela que é ok ficar com garotos e tudo o mais. Ao mesmo tempo, aparece na história um jogador de futebol gatinho que está interessado personagem principal. E ai tudo se junta em harmonia, né?
Na história tem a Natalie no papel de menina responsável que deve se abrir um pouco para as experiências de adolescente e da fase que está vivendo. Temos a Spencer, que é aquela que só pensa no aqui e agora, e deveria seguir um pouco mais os conselhos da Natalie e virar um pouco mais responsável.
A melhor amiga não serve para nada e o gatinho está ali só para deixar a história mais divertida...
No final, a autora usa uma frase dizendo como - não importa que tipo de garota que você é, desde que você esteja bem consigo mesma.
Esse livro sim é uma literatura infanto-juvenil. Recomendo a meninas até 16 anos... depois disso fica meio infantil demais, mas ei, eu gosto de vez em quando...

6 de abr. de 2012

Livro: Presentes da Vida

Esse livro é um continuação. O primeiro livro da micro série é "O Noivo da Minha Melhor Amiga", que recentemente até virou filme. 
Esse primeiro livro conta a história pela visão da Rachel, uma menina que sempre foi a nerd da escola e tem uma amiga que sempre foi acostumada a conseguir tudo o que queria por ser bonita. Elas são amigas desde sempre em parte por serem vizinhas, outra parte por cada uma entender a outra. Bom, nesse primeiro livro temos a impressão de que a Darcy (a amiga popular) meio que 'roubou' o Dex da Rachel.
Explicando melhor, o que aconteceu foi que a Rachel nunca soube demonstrar interesse pelo homem perfeito - que ela mesmo achava perfeito demais para si - e o que aconteceu é que a Darcy não tem esse problema. O que ela quer, ela consegue.
Assim, 7 anos depois, Darcy acabou noiva de Dex e Rachel ainda solteira em seu aniversário de 30 anos.
Agora, depois de tudo isso, a Rachel decide falar que gosta do Dex, e ele conta que sempre gostou dela. Eles acabam tendo um caso, e no final do livro o noivado entre Darcy e Dex é desfeito, e ele fica com a Rachel.
Já não tinha gostado muito desse primeiro livro. Achei errado a Rachel ficar com o Dex no final, até pelos acontecimentos ao longo do livro. Mas quando conversei isso com uma amiga que gosta muito desses livros, ela me falou para ler o "Presentes da Vida" que eu entenderia melhor...
Então li esse segundo livro - que conta como a história continua depois que a Rachel ficou com o Dex e a Darcy acabou grávida do padrinho de casamento - pelo ponto de vista da Darcy.
E no começo do livro a autora de fato descreve a protagonista como uma pessoa que precisa muito mudar. Uma mulher mimada, sem limites, que sempre teve tudo fácil na vida por ser uma mulher bonita. Eu sinceramente não acho que existe alguém no mundo que pensa daquela forma. Mas enfim, quando o noivado acaba e ela se vê grávida de um homem que mal conhece, e esse não é adequado para os seus padrões - acaba ficando sozinha.
Dai decide se mudar para Londres, para morar com um amigo de infância das duas, o Ethan - que do meu ponto de vista, deveria ter ficado com a Rachel no primeiro livro. 
E a Darcy é tão poderosa que mesmo grávida de gêmeos arruma um médico lindo e perfeito que assume ela com as crianças durante toda a gravidez. 
Mas como já disse, ela precisa mudar, e para a mudança ser 'verdadeira' era necessário que ela não dependesse tanto de um homem para sustentá-la. Dai ela termina com o médico perfeito e fica com o Ethan - que no livro anterior fala que preferiria ter ficado com a Rachel na 5ª série, mas como ela não fez nada, acabou ficando com a Darcy mesmo...
Enfim, o livro é uma confusão sem graça nem muito sentido. Às vezes tenho a impressão de que a autora sorteou quem ia ficar com quem, porque de fato não vejo sentido nas escolhas.

Acho que deu pra perceber que não curti muito... Mas serve para passar o tempo... é uma leitura tranquila.